Vítimas de acidente geralmente ficam com a boca seca. Segundo a socorrista Roberta Gerhardt, isso ocorre porque o cérebro percebe que o corpo está a perder líquido e manda sinais para que a pessoa faça a devida reposição.
No entanto, dar de beber para a vítima é uma atitude equivocada. “O socorro vai apenas molhar um algodão ou uma gaze esterilizada e colocar nos lábios. Ou ainda procurar tirar a atenção do acidentado, conversar com ele, até a condução para o hospital”, explica.
Em local adequado, o ferido vai receber soro, o que resolverá o problema. Esse alerta é necessário porque muitos leigos atendem ao pedido da vítima. Isso pode causar graves consequências. “Oferecem refrigerante, suco de caixinha, até cerveja”, diz Roberta.
A socorrista afirma que bebidas alcoólicas são dadas porque as pessoas acreditam que isso vai, de certa forma, “anestesiar” o ferido, o que poderia atenuar a dor. No entanto, essa crença não tem fundamento. “Quando ingerimos algo, o sistema circulatório trabalha com mais velocidade. Isso quer dizer que o acidentado vai perder ainda mais sangue”, orienta.
À medida que não se ingere nada, a tendência é que o organismo ganhe estabilidade.
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09/11/2009
20/10/2009
Retirar capacete pode prejudicar vítima
Ajudar uma vítima de acidente é a primeira reação de alguém que se depara em uma situação como essa. No entanto, é comum que a tentativa de ajudar gere um problema ainda maior para quem sofreu uma colisão.
Um grande exemplo são os motociclistas. O correto é não mexer na vítima até o que o socorro especializado chegue. Algumas pessoas, no calor da hora, tiram o capacete do acidentado.
Segundo a socorrista Roberta Gerhardt, essa atitude, que num primeiro momento parece inofensiva, pode deixar o motociclista paralítico. "É possível apenas abrir a viseira para que a vítima possa respirar", informa.
Um grande exemplo são os motociclistas. O correto é não mexer na vítima até o que o socorro especializado chegue. Algumas pessoas, no calor da hora, tiram o capacete do acidentado.
Segundo a socorrista Roberta Gerhardt, essa atitude, que num primeiro momento parece inofensiva, pode deixar o motociclista paralítico. "É possível apenas abrir a viseira para que a vítima possa respirar", informa.
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