24/12/2012

Economia e resultado com investimento em saúde e segurança

Investir na saúde e na segurança do trabalhador gera economia e dá resultado. É o que afirma o diretor da Medset, Luciano Oliveira da Silva. Ele concedeu entrevista para os veículos de comunicação da clínica. Fez um balanço de 2012 e projetou 2013.

“Se o pessoal não está doente, o efetivo trabalha na totalidade. O nosso foco é em ações preventivas”, afirma.

Para ele, o aumento significativo no número de clientes em 2012 mostra a credibilidade da marca Medset diante do público que atende. “Foi um ano gratificante. As pessoas apostam, confiam na empresa. Desejo a todos saúde e que continuem apostando na prevenção”, diz.

O diretor não poupou elogios aos colaboradores da clínica. “Eu observo o profissionalismo da nossa equipe. O pessoal aqui é bem focado e eu tenho certeza que vão permanecer com esse foco para o crescimento da empresa e de cada um dentro da organização”, pontua.

Para Silva, o investimento em educação continuada é chave para o sucesso no mercado. Ele informa ainda que a clínica terá novidades em 2013. Serão anunciadas em breve.

O que marcou em 2012

Leis que estavam na gaveta foram colocadas em prática em 2012 e isso provocou mudanças profundas no dia-a-dia das empresas e, por consequência, de quem atua com saúde e segurança.

Os dois grandes exemplos são as Normas Regulamentadoras (NRs) 35 e 33 (altura e espaços confinados). “Essas duas normas obrigam o trabalhador a fazer uma série de exames preventivos para ver se ele é apto a executar trabalhos nesses segmentos”.

Silva acredita que as leis demonstram avanços na legislação trabalhista. “Em 2013, ninguém pode trabalhar sem atender essas normas. Isso veio para ficar”.

Projeção

O empresário informa que a próxima novidade será a gestão da saúde e da segurança do trabalhador como um todo. “É uma nova NR que está vindo por aí e que deve entrar em vigor em 2013 ou 2014”.

A ideia é uma norma que trabalhe o gerenciamento de todas as outras. E a Medset está preparada para auxiliar as empresas nesta tarefa. “Nós investimos esse ano em sistema de informática”.

“A gente vai obter informações com ainda mais precisão e rapidez, que é o que o mercado espera: a solução toda no mesmo lugar”.

15/12/2012

União em prol da saúde e da segurança

O engenheiro e o técnico de segurança exercem funções distintas, mas têm atividades que se complementam no dia-a-dia da prevenção e do bem-estar dos trabalhadores. A afirmação é da Revista Proteção. A data comemorativa que celebra as profissões é 27 de novembro.

Na reportagem que abordou o tema, a publicação aproveitou para explicar a função de cada profissional. O técnico tem o dever de informar empregador e empregado sobre os riscos e apontar medidas para eliminá-los. Deve executar medidas de segurança e de prevenção.

Ele ainda avalia os resultados das ações, além de capacitar o trabalhador e orientar terceiros.

Já o engenheiro estuda as condições de segurança dos locais de trabalho, das instalações e das máquinas e equipamentos. Ele identifica pontos de risco e projeta dispositivos de segurança. Planeja e desenvolve a implantação de técnicas relativas a gerenciamento.

Além disso, ele vistoria, avalia e indica medidas de controle sobre o grau de exposição a agentes agressivos de riscos físicos, químicos e biológicos.

Pesquisa demonstra falta de conhecimento sobre Aids

Um em cada cinco brasileiros acredita ser possível contrair o HIV ao utilizar os mesmos talheres ou copos de outras pessoas e 15% pensam que enfermidades como malária, dengue, hanseníase ou tuberculose são tipos de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs).

A informação é da pesquisa “Juventude, Comportamento e DST/Aids”, realizada pela Caixa Seguros com o acompanhamento do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Os dados mostram a falta de conhecimento que existe sobre o assunto.

Segundo o coordenador da pesquisa, Miguel Fontes, os jovens menos vulneráveis são aqueles que conversam com os pais sobre sexualidade e que têm maior escolaridade. “Mas pouquíssimos conversam com os pais sobre isso e a maioria não está estudando”.

Atualmente, entre 490 mil e 530 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Dessas, 135 mil não sabem que têm o vírus. O Dia Mundial da Luta Contra a Aids é 1º de dezembro.

Outros dados da pesquisa

. Quatro em cada dez jovens brasileiros acham que não precisam usar camisinha em um relacionamento estável;

. 91% dos jovens entrevistados já tiveram relação sexual;

. 40% não consideram o uso de camisinha um método eficaz na prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) ou gravidez;

. 36% não usaram preservativo na última vez que tiveram relações sexuais;

. 9,4% foram a um centro de saúde nos últimos 12 meses para obter informações ou tratamento para DST.

Recomendações feitas pelo estudo

. Maiores investimentos em conteúdos de qualidade sobre sexo e Aids na Internet;

. Programas sociais que tenham a juventude como público-alvo e que envolvam a família dos participantes;

. Estreitar laços com professores que trabalham com jovens, a fim de proporcionar algum tipo de formação ou capacitação para tratar temas relacionados a DSTs e Aids;

. Massificar a informação de que existe uma relação direta entre o consumo de álcool e o aumento da vulnerabilidade dos jovens em relação ao sexo seguro.

As informações são da Agência Brasil.

23/11/2012

Bioquímica alerta contra tentativa de adulterar exames

Adicionar cimento raspado da parede e misturar na urina antes de submeter a amostra ao exame. Esse é apenas um dos absurdos verificados pelo Laboratório Bioanálises, parceiro da Medset. O objetivo do paciente seria mostrar que está com pedras nos rins e obter atestado.

A bioquímica Jaqueline Darós, que é proprietária e responsável técnica, explica que esses casos são identificados, ou na hora ou depois que o teste é feito. Então, não adianta tentar adulterar o material para os exames. “O maior prejudicado é o trabalhador, que terá que efetuar nova coleta para novo exame”.

Ela ressalta que nem todos fazem “alterações” por mal. “Ocorre que, algumas vezes, a empresa avisa com antecedência sobre a realização da coleta de material para exame, mas o empregado vai para o trabalho e se esquece de seguir determinadas orientações. Quando chega a hora, para não decepcionar o patrão, ele adultera, colocando materiais (água, por exemplo) na urina, apenas para completar o volume necessário, e até mesmo não realizando o jejum recomendado”.

Para Jaqueline, essas situações mostram uma falta de entendimento sobre a importância dessas avaliações. “Fazer exames, além de importante para a empresa, é também para o empregado. Muitas pessoas estão fazendo seu primeiro exame na data de admissão e vários colaboradores já identificaram, por meio de testes solicitados pela legislação da saúde e da segurança do trabalhador, doenças que não sabiam que tinham, como diabetes, colesterol alto, tireóides e anemia, entre outras”.

O Laboratório Bioanálises existe há 22 anos, com excelente estrutura, o que inclui automação em diferentes áreas e profissionais capacitados. A atual matriz é em Araranguá e conta com filiais em Timbé do Sul, Forquilhinha e Maracajá. “Resultados rápidos e precisos, com qualidade. Esse é o nosso objetivo”.

Legenda da foto: Da direita para a esquerda, Gabriela, Jaqueline, Lindiana, Verônica, Cintia e Joelma. Equipe do Laboratório Bioanálises.

18/11/2012

Atenção à saúde respiratória do trabalhador

A pneumologista Dra. Flávia Guerra, em parceria recente com a Medset, tem a expectativa de incentivar a prevenção e ainda aumentar a qualidade de vida de quem já tem alguma doença. Isso por meio dos exames de espirometria ocupacional realizados pelas empresas clientes da clínica.

Ela informa que se faz mais campanha contra o cigarro porque é uma situação previnível. Porém, é preciso ter atenção redobrada, uma vez que os problemas respiratórios vão além desse hábito.

O exame revela os dados da função pulmonar, como o volume de ar que entra e sai do pulmão, entre outras informações. “Então, consegue-se ter ideia de doenças como asma, doenças relacionadas ao tabagismo e com algumas provenientes de exposição a determinadas situações, inclusive no trabalho”.

Post atualizado às 11h20min do dia 26/11/2012.

Evento da Caixa conta com apoio da Medset

Homenagear, confraternizar, fortalecer e ampliar o relacionamento com o cliente pessoa física, sobretudo com a população com mais de 60 anos e beneficiários do INSS. Esse é o objetivo da Caixa Econômica Federal com o evento Semana CAIXA 3ª Idade.

A explicação é do gerente geral da agência de Araranguá, Wanderley Agostini, que concedeu entrevista para os veículos de comunicação da Medset. A clínica e o Laboratório Bioanálises participaram da edição de 2012, que ocorreu de 29 de outubro a 1º de novembro.

“O calendário sempre está próximo ao Dia Mundial da 3ª Idade, comemorado no dia 1º de outubro. É uma realização nacional da Caixa. São selecionadas algumas agências para a ação. Foram oferecidas massagens, medição de pressão arterial, testes de glicose e café da manhã”.

A proprietária do Laboratório Bioanálises, bioquímica Jaqueline Darós, explica que a empresa participou com os testes de glicose. “Foram identificados casos de pessoas que tiveram o resultado alterado e que não sabiam que tinham diabetes”, afirma.

A fisioterapeuta Kellen Daminelli, especialista em Fisioterapia do Trabalho, foi a responsável pela massagem. Ela afirma que o recurso é muito utilizado para o relaxamento da musculatura.

“Quando a gente usa muito uma musculatura, com trabalho em estado de tensão, o músculo não responde bem aos movimentos que são requeridos. Com a massagem, a musculatura relaxa e volta a trabalhar no ponto zero, volta para o 100%”, diz Kellen.

Especialista em Enfermagem do Trabalho, Mariana Chechetto mediu a pressão arterial dos participantes. Houve casos com alteração que foram encaminhados para atendimento especializado. “Os clientes da Caixa se sentiram à vontade com o atendimento que foi proporcionado nesses dias. A atenção com a saúde sempre é bem-vinda”.